Política não se faz com ódio, pois não é função hepática. É filha da consciência, irmã do caráter, hóspede do coração.
2026 é mais um ano decisivo para o Brasil, e o MDB está pronto. Sempre com diálogo e equilíbrio, para lutar por um País melhor para todos!
Após a extinção dos partidos pelo Ato Institucional nº 2 (AI-2) em outubro de 1965, novas regras foram impostas pelo regime militar para a criação de legendas.
Em março de 1966, o Movimento Democrático Brasileiro (MDB) foi oficialmente fundado como a oposição permitida ao regime, reunindo principalmente egressos dos antigos PTB e PSD.
O senador Oscar Passos foi seu primeiro presidente.
Ulysses assume a presidência nacional do partido em um momento de crise após derrotas eleitorais acentuadas pelo “Milagre Econômico”.
No mesmo ano, é lançada a “Carta do Recife”, que defendia pela primeira vez a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte.
Para denunciar a farsa das eleições indiretas, o MDB lançou Ulysses Guimarães como “anticandidato” à Presidência da República no Colégio Eleitoral, tendo Barbosa Lima Sobrinho como vice.
Embora derrotado no Colégio, o movimento impulsionou o partido, que obteve uma vitória esmagadora nas eleições legislativas de 1974, conquistando 16 das 22 cadeiras em disputa no Senado.
Diante do crescimento do MDB, o governo Geisel fechou o Congresso e editou o “Pacote de Abril”, criando a figura dos senadores biônicos (eleitos indiretamente) e alterando regras eleitorais para favorecer a Arena.
É aprovada a Lei de Anistia, permitindo o retorno de exilados políticos.
No final do ano, a reforma partidária extinguiu o bipartidarismo para fragmentar a oposição.
O MDB passa a se chamar Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) em janeiro de 1980.
Em 1982, para sobreviver a novos casuísmos eleitorais, o partido incorporou o Partido Popular (PP) de Tancredo Neves.
Nas eleições de 1982, o PMDB conquistou governos estaduais fundamentais, como São Paulo (Franco Montoro) e Minas Gerais (Tancredo Neves).
O PMDB liderou, junto a outros setores, a campanha pelas eleições diretas, baseada na emenda do deputado Dante de Oliveira.
Após a derrota da emenda no Congresso, o partido articulou a Aliança Democrática com dissidentes do PDS (Frente Liberal) para disputar o Colégio Eleitoral.
Tancredo Neves é eleito presidente indiretamente, mas morre antes de tomar posse; o vice José Sarney assume a presidência, marcando o fim de 21 anos de ditadura.
O sucesso inicial do Plano Cruzado catapultou o PMDB, que elegeu 22 dos 23 governadores e obteve a maioria absoluta na Câmara e no Senado.
O PMDB liderou a elaboração da Constituição de 1988, com Ulysses Guimarães na presidência da Assembleia.
Divergências internas entre a ala progressista (liderada por Mário Covas) e a ala conservadora vinculada ao governo Sarney levaram à fundação do PSDB por dissidentes em junho de 1988.
Após o impeachment de Collor, o PMDB tornou-se a base de sustentação do governo Itamar Franco e, posteriormente, dos dois mandatos de Fernando Henrique Cardoso, atuando como o “fiel da balança” no Congresso.
Apesar de divisões internas, o PMDB aderiu à base dos governos Lula, ocupando ministérios estratégicos e garantindo a governabilidade em troca de espaço no aparelho de Estado.
Em 2010, Michel Temer (então presidente do partido) é eleito vice-presidente na chapa de Dilma Rousseff.
Após o rompimento com o governo e o processo de impeachment em 2016, Temer assume a Presidência da República, lançando o programa “Ponte para o Futuro”.
Em 2017, o partido decidiu retirar o “P” de sua sigla, voltando a se chamar apenas Movimento Democrático Brasileiro (MDB), resgatando sua identidade histórica de resistência.
PIB volta a subir, e inflação cai para um dígito.
A administração consegue aprovar reformas Trabalhista e do Ensino Médio, e encaminha projeto de Reforma da Previdência.
deputado Baleia Rossi promove “renovação democrática” do diretório nacional, com maior presença de novas lideranças.
Em 2020, partido se nega a aceitar ministério do então governo federal.
Parlamentares do MDB se destacam na CPI da Covid.
A então senadora Simone Tebet tem o nome aprovado em Convenção Nacional, com o apoio de 97% dos delegados.
Candidata defende “centro democrático” ao do PSDB e fica em terceiro lugar.
Bancada da Câmara volta a crescer.
O partido elege o maior número de mandatários somados: mais de nove mil nomes, entre vereadores (1o), vice-prefeitos (1o) e prefeitos (2o) em todas as regiões do País.
Chamado Caminhos para o Brasil – com foco no centro, equilibrando políticas sociais com medidas em favor da economia de mercado.