Lideranças do MDB manifestaram apoio ao povo da Venezuela após a ação dos Estados Unidos que retirou do País o então presidente Nicolás Maduro. O caso tem causado enorme repercussão mundial, sobretudo por conta do seu impacto no Brasil.
Deputado federal por São Paulo e presidente nacional do MDB, Baleia Rossi escreveu no X: “Minha solidariedade ao povo venezuelano, que há anos vive sem democracia. O Brasil deve defender, como determina a Constituição, soluções pacíficas e diplomáticas, respeitando a soberania e a vontade popular. Que a Venezuela reencontre o caminho da democracia e da autonomia de seu povo”.
Governador do Pará em segundo mandato, Helder Barbalho também comentou a ação dos EUA: “Nossa solidariedade ao povo venezuelano e nossa firme esperança de que nestas horas de agonia e preocupação as palavras do grande humanista e educador venezuelano Andrés Bello, estejam mais presentes do que nunca: “Só a unidade do povo e a solidariedade de seus dirigentes garantem a grandeza das nações””.
Além de apoio ao país da América do Sul, Helder Barbalho corroborou avaliações que questionam a legalidade da ação dos EUA: “A violência extrema de uma nação estrangeira nas fronteiras de nosso continente é também uma agressão sobre outra agressão, a da ditadura de Maduro, mais uma na histórica da sofrida América do Sul”.
Prefeito de São Paulo em segundo mandato, Ricardo Nunes fez menção ao povo da Venezuela: “Nenhum povo deve viver sob repressão fome ou falta de liberdade. Continuamos solidários ao povo da Venezuela, desejando que dias melhores e mais justos estejam por vir para todos. A liberdade e democracia devem prevalecer”.
Presidente da Fundação Ulysses Guimarães, deputado Alceu Moreira (MDB-RS) citou os arbítrios cometidos por Nicholas Maduro. Ele também saiu em defesa do povo da Venezuela: “Que a partir de hoje, 3 de janeiro de 2026, o povo venezuelano possa sonhar com o direito a uma Pátria livre e soberana”. lceu defendeu a ação dos EUA.
Presidente do Senado em duas oportunidades, o senador Renan Calheiros (MDB-AL) mencionou o respeito à soberania do povo venezuelano. Renan, contudo, criticou duramente a ação. “Nada justifica ou explica o ataque dos Estados Unidos contra a soberania da nação venezuelana. É uma invasão ilegal, intervencionista e inaceitável. Ela exige uma enfática condenação mundial e reações imediatas dos organismos internacionais”.



